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sábado, 6 de junho de 2009

Schwarzkopf e Yellow: novas paixões


Falar de cabelo é uma paixão. Depois de um estrago nas minhas madeixas há 2 anos, eu virei fã cuidadosa de tratamentos, shampoos, condicionadores e afins. Graças à ajuda de toda a família de bons produtos, meus cabelos recuperaram a saúde e me deram um olhar exigente para tudo quanto é novidade do setor.

Outro dia, para corrigir umas luzes que me fizeram e que não fiquei lá muito satisfeita, a Eliene do L'Officiel resolveu mudar tudo: refez as luzes, mas, dessa vez, em todo o cabelo. Longe de ter ficado loira, meu cabelo ganhou luminosidade e ficou natural que só vendo. Eu adorei, achei lindo demais, ando namorando meus fios todos os dias.

Só que luzes, como todo mundo sabe, resseca à beça e haja tratamento em casa para dar continuidade ao que é feito no salão. Pois bem, eu comecei a usar duas excelentes marcas e estou a-m-a-n-d-o os resultados.

Para lavar dia-sim-dia-não, eu uso a linha Bonacure Repair Rescue, da Schwarzkopf, shampoo e condicionador. Meu cabelo fica super-sedoso, macio e com um perfume sem igual. Não indico a quem tem cabelo normal ou oleoso, pode pesar já que a linha é específica para tratar fios agredidos por tintura e outras químicas. Recomendo!

A hidratação em casa, uma vez por semana, fica por conta da Yellow (Alfaparf), com suas ampolas reconstrutoras. Um verdadeiro milagre. A Eliene comentou, inclusive, que gosta que misturar uma ampola dessas na própria tintura, para hidratar enquanto colore e evitar os danos comuns do processo. Vale a dica.

Depois disso, um finalizador (ainda em teste), uma secadinha rápida com ar morno e voilá, pronta para me sentir (mais) feliz.

Semana que vem tem esmaltes e outras delícias femininas, aguardem.

Beijocas, bom final de semana.

sábado, 30 de maio de 2009

Nº 1: tim-tim


A fulana estava ao meu lado com a raiz do cabelo lambuzada de tintura, avental, pés ao ar recebendo massagem e esmalte, mãos ocupadíssimas com a manicure. Eis que toca o celular dentro de bolsa. Tocou milhares de vezes, até que ela suspirou: "ai, não tenho um minuto de paz!". Quando decide atenter, a ligação já havia despencado, depois de incomodar com o volume da campainha. Ela suspira de novo: "vou desligar, assim, tenho paz!".

Ah, faça-me o favor, não é? A criatura está no L'Officiel sendo paparicada e diz que não tem um minuto de paz? "Quer um chinelinho, Carol? Quer um café, Carol?". Olhei para ela: concentrada na leitura de Caras, ela fala "a Cicarelli está namorando o fulano de tal". Ah, tááááá... entendi! E liga para o motorista e diz, p da vida por ele ter demorado a atender, "demorou por que? Venha me buscar i-me-di-a-ta-men-te!".

Ainda bem que estava um barulhão danado no salão e adorei saber o motivo: é dia de festa, casório de uma Afif, família cliente do L'Officiel há séculos. A família já se sente tão em casa que a mulherada estava toda lá, reunida, se arrumando em grupo, fazendo bagunça da boa, daquelas que dá vontade de participar. Imagine? Champagne, pique-pique e alegria antes da cerimônia toda tradicional e cheia de pompas! Tudo de bom...

Entre a sem-paz e as festeiras, euzinha de tinta no cabelo e fita na caixinha. Não tive dúvida: antes que o texto esvoaçasse, peguei meu bloquinho virtual e parti para a terapia, registrar os mundinhos!